O teísmo afirma que Deus, o criador da terra, dos céus e de tudo o mais, é uma pessoa onipotente, onisciente e perfeitamente boa. Como uma pessoa assim permitiria a ocorrência de males horrendos como os campos de concentração nazistas e os gulags comunistas? Como uma pessoa assim permitiria que alguém busque sinceramente entrar em uma relação com ela, mas termine com uma dúvida acerca da sua existência ou do seu amor? Há aqui fortes intuições que estão na base das discussões filosóficas sobre o problema do mal e a ocultação divina que esperamos desenvolver durante o primeiro Congresso Nacional de Filosofia da religião em Ouro Preto.

Comissão organizadora: Sérgio Ricardo Neves de Miranda (Ufop), Gabriel Flausino (Ufop), Luiz Helvécio Segundo (Ufsc).

Apoio: Departamento de Filosofia da Ufop, Associação Brasileira de Filosofia da Religião, Fundação Templeton.

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